É ano de eleição na PUC-SP. Quatro candidatos se inscreveram. Uns declaradamente conservadores, outros conservadores disfarçados. O fato é que nenhum se propõe a frear a mercantilização desta universidade.
A comunidade da PUC-SP sofreu durante a última gestão de Maura Véras. Ela demitiu 30% do quadro de professores e funcionários, implementou a “maximização” dos contratos dos professores, aplicou uma política repressora contra o movimento estudantil (através dos seguranças privados, de redução da liberdade de expressão, e de processos judiciais – administrativo, civíl e criminal), terceirizou setores, boicotou projetos de adversários políticos, cortou bolsas de estudo, etc. Em resumo, se encastelou e reduziu os conceitos de comunidade e democracia que foram construídos através de muita luta.
Nesta conjuntura duríssima que passa a PUC, a candidatura de Florestan Fernandes vem para afirmar alguns eixos propositivos na busca de um ensino de qualidade, onde democracia cotidiana e o compromisso com a transformação social sejam a nossa marca.
Florestan Fernandes, Maurício Tragtenberg, Paulo Freire, Otávio Ianni e Perseu Abramo, quando professores desta instituição, batalharam fielmente por isso. É hora de retomâ-los!
“Contra as idéias da força, a força das idéias”
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Entre os dias 21 e 24 de outubro, registre o seu projeto de universidade:
ESSA CANDIDATURA APÓIA O CONGRESSO GERAL DOS 3 SETORES




Escrito por florestanparareitor